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Tecnologia em Seguros

A Inovação e a Competitividade estão em pauta permanente de qualquer atividade profissional quando nos colocamos no mundo de negócios. Ambas compõem necessariamente os programas de desenvolvimento nas organizações empresariais ou já estão inseridas em seu planejamento estratégico, exigindo dos empresários e suas equipes ações prioritárias que norteiam a criação de novos produtos ou mudanças na atual concepção de seu portfólio, seja através de alteração de processos ou por meio de idealização de novos projetos.

Dentre os objetivos e metas projetadas pelas organizações encontraremos de forma destacada uma considerável necessidade, a revisão do ciclo de vida dos produtos. Esse ciclo consiste das fases de introdução ao mercado; desenvolvimento; crescimento; maturidade; saturação; e declínio. Por certo, para neutralizar as duas últimas, as empresas devem promover um realinhamento estrutural desses produtos, de modo a buscar alternativas para recriar a sua curva ascendente de projeção de negócios.

No caso específico do mercado de seguros a mudança em produtos é tarefa concentrada nos Fornecedores, isto é, nas Seguradoras que disputam clientes segurados através do canal mais importante de distribuição – o corretor de seguros. Raro são os casos de produtos criados por corretores no Brasil, diferentemente do comportamento verificado em outros países.

De uma maneira geral, a “prateleira” de produtos securitários, previdenciários privados complementares e de saúde suplementar é colocada pelos fornecedores (seguradores) à disposição dos distribuidores (corretores) para atender necessidades de consumo (segurados). Em alguns casos temos produtos modulares, mas com limitações de formatação. Portanto, há de se indagar: como o distribuidor é impactado por este conceito de Inovação e Competitividade já que não define os preços a serem praticados nos diversos ramos de seguros, bem como raramente se posiciona como o idealizador de um produto?

As variáveis que poderão mudar os resultados dos corretores não estão localizadas somente na dependência de precificação de produtos, que são permanentemente modificados pelas questões técnicas atuariais (probabilidade e severidade) ou econômicas de mercado (juros, inflação, preços de mão de obra, aumento de peças de reposição, elevação de preços de serviços etc), mas sim em questões tecnológicas, cuja abordagem é o centro de nossa atenção neste espaço.

O investimento em tecnologia visando melhorias de resultados é um dos itens fundamentais para o corretor de seguros visando a inovação e o aumento da competitividade. Compete a esse profissional rever o seu ciclo de vida dos produtos avaliando o seu processo de intermediação e angariação de contratos de seguros e também a linha de atendimento e a prestação de serviços a seus clientes (inclui aqui os terceiros envolvidos, que são futuros clientes).

Por meio de ferramental adequado o corretor de seguros poderá:

  • Organizar melhor seu banco de dados de clientes transformando-o em banco de informações para ações de marketing e de vendas e, assim, possibilitar maior fidelização de seus clientes no longo prazo.
  • Obter ganhos de produtividade operacional nos processos de cálculo e orçamentação para potenciais clientes e também nas renovações de contratos;
  • Otimizar a prestação de seus serviços com racionalização de tarefas e agilidade na linha de atendimento. Em consequência, poderá garantir excelência e padrões de qualidade acima do nível satisfatório.
  • Diversificar produtos na base atual de clientes e proporcionar o crescimento e expansão de negócios, cuja estratégia é a mais indicada para melhoria dos resultados em vendas, do mix de produtos e respectivas margens de lucro.
  • E, finalmente, inovar o seu modus-operandi para aumentar o seu diferencial competitivo e fixar uma marca forte na percepção de seus clientes.

Temos muitas opções e recursos disponíveis no mercado, por isso cabe ao corretor buscar os mais adequados para o seu negócio, levando-se em conta as necessidades de mudança para inovar e melhor competir. Vale lembrar, que o investimento na área de serviços é relativamente baixo, comparado a setores industriais ou de comerciais, onde há grande necessidade de imobilização (equipamentos, maquinaria, instalações, por exemplo) ou de estoques e armazenamento de matéria-prima ou de produtos para venda.

O investimento deve ser medido para ser viabilizado, mas certamente contribuirá sobremaneira para melhoria da tecnologia de seguros e trará o retorno esperado.

 
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